"Adoro-te". Foi a sua última palavra, aquela que disse com um sorriso na boca e um brilho intenso nos olhos... Nesse momento, as lágrimas quentes acariciam o seu rosto pálido e sereno, trazendo-lhe uma breve sensação de conforto, levando com sigo a última frase que ouviu: "Também te adoro". Sabia que aquele era o último adeus.
Ela nunca o tinha visto chorar, nem no funeral da sua mãe nem no da sua avó
Philida.
Emma sentia-se
lisonjeada, mas ao mesmo tempo destroçada, pois sentiu que por baixo daquele olhar duro e poderoso de um ex militar, estava um velho homem chamado Sam, de 93 anos que a adorava e que não a queria deixar.
To be continued...