Thursday, July 3, 2014

Throw Back Thursday - day 2


#tbt

Thursday, June 26, 2014

Throw Back Thursday - day 1


E porque hoje é quinta-feira deixo-vos qui uma relíquia de família que data de 98

Back again? Meh, maybe


Há uns tempos que tive a brilhante ideia de partilhar convosco alguns trabalhos que faço na universidade (porque mesmo após 14 anos de ensino ainda não me cansei de trabalhar... estranho... devo estar doente). Anyway... Estou a planear em fazer publicações regulares neste blog (sim, porque publicar de milénio em milénio não é considerado regular). Para isso tive a brilhante (ou talvez não) ideia de fazer posts relacionados com o livro que estou a ler no momento, e talvez começar uma #tbt.
Para quem não sabe, tbt é um... movimento??? chamado Throw Back Thursday onde irei partilhar convosco algo do meu passado, a cada quinta-feira, enquanto estou de vacances.


P.S. caso não cumpra o que prometi, por favor sintam-se à vontade de me bater verbalmente.
Wednesday, November 14, 2012

Crise - Texto 2


A Crise - Uma Reflexão

  Poderia começar este texto expressando a minha visão política e criticando aqueles a quem foi entregue Portugal. Não o irei fazer. Porquê? Porque acredito que cada um tem a sua opinião, e, não querendo tornar o texto ofensivo de forma alguma, não o farei. Assim sendo, prosseguirei com este texto, tendo em mente as opiniões dos outros e respeitando-as,  tal como toda a gente deveria agir.
  Para ser possível encontrar soluções viáveis para a crise, que apesar de parecer apenas nacional, atinge a maioria do globo, é necessário, primeiro, descobrir as razões e desvendar os incidentes que levaram a uma queda gigantesca da economia mundial. Todos se questionam, diariamente, para onde terá ido o dinheiro do estado. Terá sido mal gasto? Ou poderá ter sido usado para beneficiar o país?
  A resposta a estas duas questões está revelada num período temporal entre a adesão ao euro e as guerras contínuas entre as grandes potências e os países árabes.
  Não querendo insinuar que a adesão ao euro foi um erro, há que concordar que, apesar da proximidade e união entre os países aderentes ter ajudado a unificar e simplificar o comércio, não foi a mais inteligente medida a tomar. Um bom exemplo disso é a Grécia.
  Sim, houve alturas em que o valor do euro era bastante superior ao do dólar. Mas para quê pensar no que se perdeu? Em vez de “chorar” a perda do poder económico deveríamos estar a traçar novos planos para o recuperar.
  Como? Reduzindo salários, cortando pensões e leiloando dívidas? Não! A resposta não está em cortes. A solução é o patriotismo e a alta autoestima.
  Parecendo ser esta uma ideia sem nexo, lembro-vos da tentativa falhada de Napoleão cometer suicídio: o seu ego era tão grande que, pensando-se super-humano, tomou uma quantidade tão excessiva de veneno, que o seu próprio organismo o rejeitou, mantendo o imperador vivo.
  A resposta está aqui! Tal como Napoleão, temos de nos sentir superiores, e, em vez de vender, por exemplo, cortiça aos espanhóis para fazer rolhas fabricadas em Portugal e comercializadas a preço de ouro, porque não iniciar a comercialização dentro do nosso próprio país? Afinal de contas temos tudo o que os outros países não têm: matéria-prima, fábricas e compradores. A única coisa em falta é o patriotismo e o ego de Napoleão.
  Porque não dizer que Portugal é poderoso, e o que é português é melhor que tudo o resto?
  Se os Estados Unidos foram capazes de recuperar da grande crise em 1929, então não seremos nós, Portugal, país de descobrimentos e “feitos valerosos” capazes de superar esta crise?
  Bem, uma coisa é certa, o Adamastor tirava muitas mais vidas, e mesmo assim foi superado por nós portugueses.


Uma boa semana para todos!
Margarida

Acordo Ortográfico - Texto 1


E como sempre, deixo-vos com as minhas tentativas de composições de LP ;D

Um inexplicável ciúme neo-colonialista ainda foi aparecendo e persiste em alguns: ”Então agora vamos falar como os brasileiros, sendo a língua nossa?”


  Por muitas voltas e acordos que se façam à Língua Portuguesa e por mais extrovertido e de mente aberta que seja a população lusa, a afirmação de Fernando Cristóvão (“Um inexplicável ciúme neo-colonialista ainda foi aparecendo e persiste em alguns: ”Então agora vamos falar como os brasileiros, sendo a língua nossa?””) irá sempre, e muito infelizmente, ser considerada verdadeira.
  Por norma, os portugueses são conhecidos pela sua atitude e idealidade de que o que vem de fora é que é bom, mas no que toca à sua língua e a mudanças drásticas naquilo que tomavam como certo e definitivo, tornam-se patriotas e adeptos da célebre frase “A minha língua é a minha pátria”.
  Numerosos esforços são dirigidos à tentativa (em vão) de fazer a população aceitar o facto que tanto para progredir a nível comercial como para unir países com fortes alianças, são necessários requisitos que irão trazer uma mudança, drástica ou não, à forma de viver que todos conhecem. Um desses requisitos é a tentativa de quebrar a barreira imposta pelas diferentes línguas no mundo.
  O novo acordo ortográfico, parecendo que não, vem quebrar a barreira entre o português europeu e o português do Brasil, numa tentativa de unir mais eficazmente os dois países, unificando também a língua mãe presente nos dois lados do Atlântico e no coração quer de brasileiros, quer de portugueses, independentemente de quem colonizou quem.
Friday, November 2, 2012

A Cabeça por um Livro


Escrevo este texto para vos avisar que criei um novo blog. Contudo, este não será apagado uma vez que A Head For A Book é destinado apenas a trabalhos realizados para a disciplina de História das Artes Visuais Contemporâneas.
Deixo-vos o link e espero que o conteúdo que lá venha a colocar vos possa ajudar futuramente. Desde já anuncio que tenciono publicar aqui as fotografias tiradas com vista à disciplina de Fotografia.

Espero que gostem!

Abraços Sobrenaturais,
Margarida

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O poder das palavras é inimaginável,pois este é capaz de mover montanhas e de derreter até o coração mais "duro" do Mundo.
É um poder capaz de nos fazer chorar, rir, pensar, ou até mesmo amar.
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