#tbt
Thursday, June 26, 2014
Throw Back Thursday - day 1
by
Unknown
E porque hoje é quinta-feira deixo-vos qui uma relíquia de família que data de 98
Back again? Meh, maybe
by
Unknown
Há uns tempos que tive a brilhante ideia de partilhar convosco alguns trabalhos que faço na universidade (porque mesmo após 14 anos de ensino ainda não me cansei de trabalhar... estranho... devo estar doente). Anyway... Estou a planear em fazer publicações regulares neste blog (sim, porque publicar de milénio em milénio não é considerado regular). Para isso tive a brilhante (ou talvez não) ideia de fazer posts relacionados com o livro que estou a ler no momento, e talvez começar uma #tbt.
Para quem não sabe, tbt é um... movimento??? chamado Throw Back Thursday onde irei partilhar convosco algo do meu passado, a cada quinta-feira, enquanto estou de vacances.
P.S. caso não cumpra o que prometi, por favor sintam-se à vontade de me bater verbalmente.
Wednesday, November 14, 2012
Crise - Texto 2
by
Margarida
A Crise - Uma Reflexão
Poderia começar este texto
expressando a minha visão política e criticando aqueles a quem foi entregue
Portugal. Não o irei fazer. Porquê? Porque acredito que cada um tem a sua
opinião, e, não querendo tornar o texto ofensivo de forma alguma, não o farei.
Assim sendo, prosseguirei com este texto, tendo em mente as opiniões dos outros
e respeitando-as, tal como toda a gente
deveria agir.
Para ser possível encontrar
soluções viáveis para a crise, que apesar de parecer apenas nacional, atinge a
maioria do globo, é necessário, primeiro, descobrir as razões e desvendar os
incidentes que levaram a uma queda gigantesca da economia mundial. Todos se
questionam, diariamente, para onde terá ido o dinheiro do estado. Terá sido mal
gasto? Ou poderá ter sido usado para beneficiar o país?
A resposta a estas duas questões
está revelada num período temporal entre a adesão ao euro e as guerras
contínuas entre as grandes potências e os países árabes.
Não querendo insinuar que a
adesão ao euro foi um erro, há que concordar que, apesar da proximidade e união
entre os países aderentes ter ajudado a unificar e simplificar o comércio, não
foi a mais inteligente medida a tomar. Um bom exemplo disso é a Grécia.
Sim, houve alturas em que o valor
do euro era bastante superior ao do dólar. Mas para quê pensar no que se
perdeu? Em vez de “chorar” a perda do poder económico deveríamos estar a traçar
novos planos para o recuperar.
Como? Reduzindo salários,
cortando pensões e leiloando dívidas? Não! A resposta não está em cortes. A
solução é o patriotismo e a alta autoestima.
Parecendo ser esta uma ideia sem
nexo, lembro-vos da tentativa falhada de Napoleão cometer suicídio: o seu ego
era tão grande que, pensando-se super-humano, tomou uma quantidade tão
excessiva de veneno, que o seu próprio organismo o rejeitou, mantendo o
imperador vivo.
A resposta está aqui! Tal como Napoleão,
temos de nos sentir superiores, e, em vez de vender, por exemplo, cortiça aos espanhóis
para fazer rolhas fabricadas em Portugal e comercializadas a preço de ouro,
porque não iniciar a comercialização dentro do nosso próprio país? Afinal de
contas temos tudo o que os outros países não têm: matéria-prima, fábricas e
compradores. A única coisa em falta é o patriotismo e o ego de Napoleão.
Porque não dizer que Portugal é
poderoso, e o que é português é melhor que tudo o resto?
Se os Estados Unidos foram
capazes de recuperar da grande crise em 1929, então não seremos nós, Portugal,
país de descobrimentos e “feitos
valerosos” capazes de superar esta crise?
Bem, uma coisa é certa, o Adamastor tirava muitas mais
vidas, e mesmo assim foi superado por nós portugueses.
Uma boa semana para todos!
Margarida
Acordo Ortográfico - Texto 1
by
Margarida
E como sempre, deixo-vos com as minhas tentativas de composições de LP ;D
Um inexplicável ciúme neo-colonialista ainda foi aparecendo e persiste em alguns: ”Então agora vamos falar como os brasileiros, sendo a língua nossa?”
Por muitas voltas e acordos que
se façam à Língua Portuguesa e por mais extrovertido e de mente aberta que seja
a população lusa, a afirmação de Fernando Cristóvão (“Um inexplicável ciúme
neo-colonialista ainda foi aparecendo e persiste em alguns: ”Então agora vamos
falar como os brasileiros, sendo a língua nossa?””) irá sempre, e muito
infelizmente, ser considerada verdadeira.
Por norma, os portugueses são
conhecidos pela sua atitude e idealidade de que o que vem de fora é que é bom,
mas no que toca à sua língua e a mudanças drásticas naquilo que tomavam como
certo e definitivo, tornam-se patriotas e adeptos da célebre frase “A minha
língua é a minha pátria”.
Numerosos esforços são dirigidos
à tentativa (em vão) de fazer a população aceitar o facto que tanto para
progredir a nível comercial como para unir países com fortes alianças, são
necessários requisitos que irão trazer uma mudança, drástica ou não, à forma de
viver que todos conhecem. Um desses requisitos é a tentativa de quebrar a
barreira imposta pelas diferentes línguas no mundo.
O novo acordo ortográfico,
parecendo que não, vem quebrar a barreira entre o português europeu e o
português do Brasil, numa tentativa de unir mais eficazmente os dois países,
unificando também a língua mãe presente nos dois lados do Atlântico e no
coração quer de brasileiros, quer de portugueses, independentemente de quem
colonizou quem.
Friday, November 2, 2012
A Cabeça por um Livro
by
Margarida
Escrevo este texto para vos avisar que criei um novo blog. Contudo, este não será apagado uma vez que A Head For A Book é destinado apenas a trabalhos realizados para a disciplina de História das Artes Visuais Contemporâneas.
Deixo-vos o link e espero que o conteúdo que lá venha a colocar vos possa ajudar futuramente. Desde já anuncio que tenciono publicar aqui as fotografias tiradas com vista à disciplina de Fotografia.
Espero que gostem!
Abraços Sobrenaturais,
Margarida
Deixo-vos o link e espero que o conteúdo que lá venha a colocar vos possa ajudar futuramente. Desde já anuncio que tenciono publicar aqui as fotografias tiradas com vista à disciplina de Fotografia.
Espero que gostem!
Abraços Sobrenaturais,
Margarida







