Um inexplicável ciúme neo-colonialista ainda foi aparecendo e persiste em alguns: ”Então agora vamos falar como os brasileiros, sendo a língua nossa?”
Por muitas voltas e acordos que
se façam à Língua Portuguesa e por mais extrovertido e de mente aberta que seja
a população lusa, a afirmação de Fernando Cristóvão (“Um inexplicável ciúme
neo-colonialista ainda foi aparecendo e persiste em alguns: ”Então agora vamos
falar como os brasileiros, sendo a língua nossa?””) irá sempre, e muito
infelizmente, ser considerada verdadeira.
Por norma, os portugueses são
conhecidos pela sua atitude e idealidade de que o que vem de fora é que é bom,
mas no que toca à sua língua e a mudanças drásticas naquilo que tomavam como
certo e definitivo, tornam-se patriotas e adeptos da célebre frase “A minha
língua é a minha pátria”.
Numerosos esforços são dirigidos
à tentativa (em vão) de fazer a população aceitar o facto que tanto para
progredir a nível comercial como para unir países com fortes alianças, são
necessários requisitos que irão trazer uma mudança, drástica ou não, à forma de
viver que todos conhecem. Um desses requisitos é a tentativa de quebrar a
barreira imposta pelas diferentes línguas no mundo.
O novo acordo ortográfico,
parecendo que não, vem quebrar a barreira entre o português europeu e o
português do Brasil, numa tentativa de unir mais eficazmente os dois países,
unificando também a língua mãe presente nos dois lados do Atlântico e no
coração quer de brasileiros, quer de portugueses, independentemente de quem
colonizou quem.








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