Diário de Hátor (Parte I)
Querido Diário:
Hoje, eu e o meu querido Bernardo, estávamos a passear pela floresta de Necrópole, quando sentimos o chão a tremer. Num abrir e fechar de olhos, o chão abriu-se sobre nós e, eu agarrei-me, com todas as minhas forças, ao Bernardo. Quando o chão se abriu, nós caímos, e deslizámos por uma espécie de túnel. Ao chegar ao fim do túnel, caímos sobre um monte de folhas.
Quando nos levantámos, vimos uma enorme estrutura erguer-se sobre nós. Decidimos entrar para ver o que era aquele edifício antigo, coberto por eras e com uma enorme porta de entrada.
Bernardo colocou-se em frente á grande porta, e esta abriu-se sozinha. Ele entrou e eu comecei a correr para o poder apanhar.
Dentro do edifício, vimos uma enorme esfera suspensa no tecto, que quando a luz do sol lhe tocava, este iluminava toda a estrutura, dando-lhe um toque mágico mas ao mesmo tempo assustador. Ao percorrer o edifício, eu apercebi-me de que era a "famosa" biblioteca das lendas. Quando tomei consciência de tal, a única coisa em que pensei foi que esta biblioteca devia estar cheia de escritos antigos que todos os historiadores desejavam decifrar.
Bernardo pegou num livro que lhe chamou á atenção e abriu-o. Este, tinha uma magnífica capa em ouro, mais reluzente que os raios do sol e, as suas folhas eram banhadas também em ouro. Dentro dele, tinha notas musicais que pareciam dançar nas folhas douradas. De repente, o livro ergue-se no ar e junta-se a enorme esfera presa no tecto. A esfera começa a girar com grande velocidade e, ao mesmo tempo a encher a Biblioteca Sagrada de Necrópole de luz. As notas musicais começaram a saltar do livro, originando uma melodia assustadora, mas ao mesmo tempo calmante ( daí o motivo pelo qual nós ainda não tínhamos desatado a correr). Daquele conjunto bizarro formou-se uma espécie de portal de onde saiu um fantasma. Bernardo dirigiu-se rapidamente para a porta, enquanto que eu fiquei ali como que petrificada a olhar para o fantasma. Este foi-se aproximando, mas eu não conseguia reagir.
O fantasma olhou-me de cima a baixo, acabando por agarrar na minha mão. De repente, senti uma estranha sensação a percorrer o meu corpo, e quando voltei a olhar para o fantasma, este parecia ter sido trocado por um belo rapaz de cabelo negro e olhos verde lagoa. A cor do seu cabelo ainda lhe realçava mais a cor dos olhos.
Hoje, eu e o meu querido Bernardo, estávamos a passear pela floresta de Necrópole, quando sentimos o chão a tremer. Num abrir e fechar de olhos, o chão abriu-se sobre nós e, eu agarrei-me, com todas as minhas forças, ao Bernardo. Quando o chão se abriu, nós caímos, e deslizámos por uma espécie de túnel. Ao chegar ao fim do túnel, caímos sobre um monte de folhas.
Quando nos levantámos, vimos uma enorme estrutura erguer-se sobre nós. Decidimos entrar para ver o que era aquele edifício antigo, coberto por eras e com uma enorme porta de entrada.
Bernardo colocou-se em frente á grande porta, e esta abriu-se sozinha. Ele entrou e eu comecei a correr para o poder apanhar.
Dentro do edifício, vimos uma enorme esfera suspensa no tecto, que quando a luz do sol lhe tocava, este iluminava toda a estrutura, dando-lhe um toque mágico mas ao mesmo tempo assustador. Ao percorrer o edifício, eu apercebi-me de que era a "famosa" biblioteca das lendas. Quando tomei consciência de tal, a única coisa em que pensei foi que esta biblioteca devia estar cheia de escritos antigos que todos os historiadores desejavam decifrar.
Bernardo pegou num livro que lhe chamou á atenção e abriu-o. Este, tinha uma magnífica capa em ouro, mais reluzente que os raios do sol e, as suas folhas eram banhadas também em ouro. Dentro dele, tinha notas musicais que pareciam dançar nas folhas douradas. De repente, o livro ergue-se no ar e junta-se a enorme esfera presa no tecto. A esfera começa a girar com grande velocidade e, ao mesmo tempo a encher a Biblioteca Sagrada de Necrópole de luz. As notas musicais começaram a saltar do livro, originando uma melodia assustadora, mas ao mesmo tempo calmante ( daí o motivo pelo qual nós ainda não tínhamos desatado a correr). Daquele conjunto bizarro formou-se uma espécie de portal de onde saiu um fantasma. Bernardo dirigiu-se rapidamente para a porta, enquanto que eu fiquei ali como que petrificada a olhar para o fantasma. Este foi-se aproximando, mas eu não conseguia reagir.
O fantasma olhou-me de cima a baixo, acabando por agarrar na minha mão. De repente, senti uma estranha sensação a percorrer o meu corpo, e quando voltei a olhar para o fantasma, este parecia ter sido trocado por um belo rapaz de cabelo negro e olhos verde lagoa. A cor do seu cabelo ainda lhe realçava mais a cor dos olhos.








1 comments:
Wow, excelente ! Tens mesmo muito jeito !
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